A Defesa Civil de Gaza estimou em torno de oito mil corpos ainda sob os escombros dos prédio destruídos no enclave, apesar de operações de busca e resgate ainda em curso, após dois anos de genocídio conduzido por Israel.
Em nota divulgada na quinta-feira (12), Mahmoud Basal, porta-voz da Defesa Civil, notou que equipes continuam a trabalhar sob condições bastante precárias, com pouquíssimos recursos, bem como dificuldades em acessar diversas das áreas afetadas.
Conforme o alerta, ao menos três pessoas seguem desaparecidas, sem confirmação de óbito ou detenção.
Basal ressaltou que centenas de corpos se decompuseram, ao ponto de perderem traços para identificação direta, devido ao período prolongado do cerco e dificuldade em limpar destroços sob falta de maquinário e capacidade técnicas necessárias.
Israel mantém ataques a Gaza desde outubro de 2023, apesar de suposto cessar-fogo de outubro passado, com cerca de 71 mil mortos e dois milhões de desabrigados; a maioria, mulheres e crianças.
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