Protestos e greves tomaram várias comunidades árabe-palestinas no território designado Israel, nesta quarta e quinta-feira (21 e 22), contra escalada da criminalidade sob política de inação, cumplicidade e apartheid da polícia de Israel.
Manifestantes ressaltaram indignação pela degradação securitária em suas cidades, bairros e aldeias, denunciada como sistêmica e proposital.
Diversas cidades convocaram greve geral nesta quinta. Em notas distintas, órgãos locais descreveram suas ações como resposta coletiva à violência, a partir de um chamado de Sakhnin, epicentro dos protestos, que inaugurou as greves.
No Negev (Naqab), o Fórum de Lideranças das Autoridades Árabes Locais convocou uma manifestação de massa em Rahat, sob o slogan “Um povo, um destino, um futuro”.
O Comitê Popular em Sha’ab se somou à greve geral.
Em Umm al-Fahm, a polícia da ocupação deteve um manifestante por carregar um cartaz escrito “Gaza, Gloriosa”.
Profissionais de saúde em Sakhnin notaram participar da greve contra o pico de violência, ao destacarem a falha institucional em salvaguardar vidas palestinas.
![Protesto de cidadãos palestinos em frente ao gabinete do primeiro-ministro, contra inação policial em suas comunidades, em Tarabin, Jerusalém ocupada, em 11 de janeiro de 2026 [Saeed Qaq/Agência Anadolu]](https://www.monitordooriente.com/wp-content/uploads/2026/01/AA-20260111-40225767-40225752-HUNDREDS_OF_ISRAELI_PALESTINIANS_PROTEST_IN_JERUSALEM_AGAINST_RISING_CRIME_AND_POLICE_INACTION-1.webp)