O Gabinete de Imprensa do Governo em Gaza anunciou na noite de terça-feira que o número de jornalistas palestinos mortos por disparos do exército israelense subiu para 257 desde o início do genocídio israelense contra a Faixa de Gaza, em outubro de 2023.
Em um comunicado, o gabinete afirmou que o número mais recente foi divulgado após a confirmação da morte do jornalista Mahmoud Wadi, fotógrafo que trabalhava para diversos veículos de comunicação locais e internacionais.
O jornalista Mahmoud Wadi foi morto em 2 de dezembro em um ataque aéreo israelense em Khan Younis.
O gabinete de imprensa condenou o “ataque sistemático, assassinato e homicídio” de jornalistas palestinos pelas forças israelenses, apelando à Federação Internacional de Jornalistas, à Federação de Jornalistas Árabes e a todas as associações de imprensa globais para que “condenem esses crimes contínuos contra jornalistas palestinos em Gaza”.
Apesar do acordo de cessar-fogo que entrou formalmente em vigor em 10 de outubro — mediado pela Turquia, Egito e Catar, e apoiado pelos Estados Unidos — as forças israelenses continuam a cometer extensas violações. Segundo as autoridades de Gaza, Israel realizou repetidos ataques durante o período de trégua, matando e ferindo centenas de palestinos.
A primeira fase do acordo de cessar-fogo envolve a troca de reféns israelenses por prisioneiros palestinos e define um plano para a reconstrução de Gaza e o estabelecimento de um novo mecanismo de governo para a Faixa.
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