O Movimento por Libertação do Sudão confirmou nesta segunda-feira (1º) mil mortos por um deslizamento de terra que destruiu uma aldeia na região de Marra, no oeste do Sudão, com apenas um sobrevivente segundo relatos obtidos pela agência Reuters.
O grupo, que administra Darfur, afirmou em nota que o desastre ocorreu no domingo (31), após dias de tempestades. Diante da situação, pediu às Nações Unidas e à comunidade internacional apoio para resgatar os corpos.
Segundo o comunicado, a aldeia foi “completamente destruída”.
Residentes haviam fugido às montanhas de Marra para sair da linha de confronto entre as Forças de Suporte Rápido (FSR) e o exército regular sudanês, sob condições de fome, sítio e falta de recursos básicos, como medicamentos.
A guerra civil no Sudão, em seu segundo ano, coagiu metade da população à fome, assim como milhões ao deslocamento.
A cidade de el-Fasher, próxima ao local do desastre, capital do estado de Darfur do Norte, segue como epicentro dos combates.
LEIA: Cólera se espalha em Darfur, sob colapso de saúde causado pela guerra
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