O soldado Ariel Lubliner, de 34 anos e natural do Brasil, foi morto pelas forças israelenses em 30 de agosto de 2025 durante confrontos em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza. Ariel havia imigrado para Israel há dez anos e servia nas Forças de Defesa de Israel (FDI).
Ele deixa esposa, Barbara, e um filho de apenas nove meses, Lior. Seu funeral, realizado em 1º de setembro, reuniu centenas de pessoas, incluindo familiares, amigos e membros da comunidade brasileira em Israel.
A tragédia de Ariel destaca os perigos enfrentados por soldados estrangeiros em zonas de conflito e reforça o chamado internacional por proteção de civis e investigação rigorosa sobre mortes em situações de guerra.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Irã diz que mais de 200 menores foram mortos e 1.401 ficaram feridos em ataques EUA-Israel desde 28 de fevereiro.
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Trump sugere “acabar com o que restou” do Irã
- Manifestantes pedem que universidade de Bruxelas rompa parceria com empresa israelense ligada à defesa
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






