Volker Turk, alto-comissário das Nações Unidas para Direitos Humanos, confirmou que ao menos 300 funcionários da ONU foram assassinados pela campanha militar de Israel em Gaza, desde outubro de 2023.
“Segundo o Ministério da Saúde, mais de 200 mil palestinos foram mortos ou feridos — cerca de 10% da população”, reiterou Turk em informe no domingo (27). “Mas não nos esqueçamos que mais de 300 de nossos colegas também foram mortos”.
Turk estimou ao menos mil mortos em busca de alimento desde o fim de maio, quando Israel e Estados Unidos implementaram, em lugar da ONU, um mecanismo militarizado de distribuição assistencial, denunciado como “armadilha mortal”.
Turk enfatizou que as Nações Unidas seguem prontas a fornecer apoio necessário aos palestinos para construir seu Estado, “em respeito aos direitos humanos e na busca por paz e justiça”.
LEIA: É hora de sanções contra Israel para cessar a carnificina em Gaza
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Manifestantes pedem que universidade de Bruxelas rompa parceria com empresa israelense ligada à defesa
- Primeiro-ministro britânico pede a demissão de ministro sombra por comentários sobre muçulmanos rezando em público
- Fornecimento de gás iraniano para o Iraque é interrompido após ataque às instalações de gás de South Pars
- De nômades do deserto a deslocados internos: a Nakba contínua dos beduínos
- A violência israelense na Cisjordânia aumenta à medida que a guerra com o Irã muda o foco global
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






