O movimento de resistência palestino Hamas condenou neste domingo (16) um ataque a drone israelense que matou três policiais em Rafah, no extremo sul de Gaza, ao descrever o incidente como “grave violação do acordo de cessar-fogo”.
As informações são da rede de notícias Quds Press.
Em nota, o Hamas reiterou que a nova violação se soma a uma lista de crimes israelenses no contexto do acordo de cessar-fogo e troca de prisioneiros, em vigor desde 19 de janeiro, incluindo a proibição prévia da entrada de caravanas habitacionais e maquinário de reconstrução no enclave sitiado.
“A demora da ocupação em dar início à segunda fase das negociações confirma sua falta de compromisso em aderir ao acordo e revela as verdadeiras intenções do criminoso de guerra Benjamin Netanyahu, em obstruir os avanços do acordo, retomar a agressão e seguir com mais e mais crimes de genocídio”, alertou o comunicado.
O Hamas responsabilizou “plenamente” Israel pelas repercussões das violações; contudo, instou os mediadores a persuadir a parte interlocutora a cumprir os termos, sobretudo o protocolo humanitário, para dar seguimento às negociações.
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