No Conselho de Segurança, o coordenador especial para o Processo de Paz no Oriente Médio, descreveu uma situação de “pesadelo, trauma e dor incomensuráveis” em Gaza.
Em sessão realizada nesta segunda-feira, Tor Wennesland, considerou a situação no enclave como estando em “uma encruzilhada sombria”.
Para o mediador da ONU, as agências humanitárias continuam enfrentando um “ambiente operacional incrivelmente desafiador e perigoso” com ataques à ajuda humanitária.
Na Cisjordânia, “a expansão dos assentamentos continua inabalável”. Ele contou que Israel “tomou inúmeras medidas para acelerar o avanço dos assentamentos, com alguns ministros agora pedindo abertamente a anexação formal”.
Falando sobre um cessar-fogo, ele enfatizou que “não deve haver presença militar israelense de longo prazo em Gaza”, enfatizando ainda que a área “deve permanecer parte integrante de um futuro Estado Palestino – sem reduções em seu território”.
LEIA: Por que o Ocidente tolera e esquece o abuso infantil de Israel?
Publicado originalmente em ONU News
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