Centenas de colonos extremistas invadiram o complexo da Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém ocupada, para realizar rituais da Páscoa judaica (Pessach), em meio a restrições impostas por Tel Aviv sobre a presença de muçulmanos no santuário islâmico.
Segundo o Departamento de Recursos Religiosos de Jerusalém (Awqaf), sob tutela da Jordânia, ao menos 200 colonos invadiram os pátios da mesquita na manhã desta segunda-feira (29), sob escolta pesadamente armada de policiais israelenses.
Neste entremeio, a polícia ocupante expulsou muçulmanos de Al-Aqsa e das vias de acesso.
Recentemente, grupos fundamentalistas judaicos confirmaram planos para realizar ritos em Al-Aqsa, sobretudo na Páscoa. Entidades islâmicas convocaram fiéis a marcar presença, para evitar a imposição supremacista israelense.
Sionistas prometem demolir Al-Aqsa para dar lugar a um suposto templo da Antiguidade.
LEIA: Na Cisjordânia, colonos criam vaca vermelha e planejam ‘Terceiro Templo’
No domingo (28), Israel permitiu a invasão de 1.200 colonos, segundo fontes locais.
Durante o mês do Ramadã, entre março e abril, Israel restringiu severamente o acesso islâmico em Al-Aqsa, na Cidade Velha de Jerusalém, ocupada desde 1967.
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