Israel rejeitou um pedido de visita de Volker Turk, alto-comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos, em meio à escalada militar contra a Faixa de Gaza.
Segundo a rede Euro News, a missão israelense na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra afirmou à imprensa: “Israel não está ciente de qualquer benesse na visita do comissário no momento”.
O Estado ocupante se nega a cooperar com as missões humanitárias e investigativas das Nações Unidas e costuma difamar seus oficiais, inclusive ao pedir a renúncia de António Guterres, secretário-geral da entidade internacional, por comentar o contexto.
Israel também busca deslegitimar sistematicamente relatórios e estimativas da ONU sobre suas políticas de apartheid em Gaza, na Cisjordânia e em toda a Palestina histórica.
Desde 7 de outubro, Israel mantém bombardeios intensos contra a Faixa de Gaza, deixando 11.500 mortos, incluindo 4.710 crianças e 3.160 mulheres, e 30 mil feridos. Ao menos 3.500 pessoas continuam desaparecidas sob os escombros — provavelmente mortas.
As ações israelenses são punição coletiva, crime de guerra e genocídio.
LEIA: Exército israelense destrói departamentos médicos no Hospital al-Shifa
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Irã diz que mais de 200 menores foram mortos e 1.401 ficaram feridos em ataques EUA-Israel desde 28 de fevereiro.
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






