O Hamas criticou ontem a Autoridade Palestina (AP) por ter detido pessoas que haviam sido libertadas das prisões israelenses, disse um comunicado.
O Hamas chamou de crime político a ação da AP e disse que “o povo palestino não aceitará” que continue a ser praticado, apontando que “os sacrifícios de cada palestino devem ser apreciados, respeitados e protegidos por todas as facções e instituições palestinas”.
O movimento de resistência palestina reiterou que “este crime político deve parar imediatamente para preservar a segurança civil e a unidade dos palestinos”.
Ele também pediu que as frentes palestinas, ONGs e grupos de direitos humanos pressionm a liderança da AP para parar “as violações dos serviços de segurança contra os prisioneiros libertados”.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Lei de pena de morte para prisioneiros palestinos reflete domínio da extrema direita, diz jornal israelense
- Irã lança ataque com mísseis contra Israel momentos após ameaça de Trump
- Preços do petróleo sobem após discurso de Trump, enquanto ouro e prata caem
- Maioria dos americanos quer o fim rápido da guerra com o Irã e se opõe ao envio de tropas terrestres, mostram pesquisas
- Resistência Islâmica Iraquiana reivindica 41 ataques contra bases americanas no Iraque e na região






