Caso o serviço de inteligência de Israel, o Mossad, esteja por trás das queimas do Alcorão na Suécia, é preciso “forte resposta popular e oficial”, afirmou à televisão o secretário-geral do movimento libanês Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah.
Nasrallah pediu ruptura diplomática com Estocolmo e instou os oficiais a “não se enganarem com desculpas”. Segundo Nasrallah, o máximo que aconteceu foi a convocação iraquiana do encarregado de negócios da Suécia em Bagdá, para alertá-lo que, caso prossigam as mesmas políticas, o país será classificado como “inimigo do Islã, segundo a sharia”.
Nasrallah aconselhou contra qualquer “iniciativa individual fora das diretivas oficiais”, para evitar prejuízo na “rota de confrontação”.
“Juntos, podemos manter o ritmo dessa batalha e chegar ao dia que possamos impedir todo e qualquer insulto a nossos símbolos e santidades”, insistiu Nasrallah.
Na quinta-feira (20), autoridades suecas voltaram a permitir que extremistas queimassem o Alcorão, alimentando a indignação no mundo árabe e islâmico, incluindo repúdio de oficiais e notas a embaixadores.
LEIA: Queima do Alcorão: liberdade de expressão ou discurso de ódio?
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Disputa pelas Ilhas Malvinas volta ao centro das tensões entre Argentina e Reino Unido
- Lewis Hamilton apoia Macklemore após retirada da turnê de Ed Sheeran por declarações sobre a Palestina
- ONU pede acesso de investigadores internacionais a Gaza enquanto centenas de corpos permanecem sob os escombros
- 5 crianças entre 20 palestinos mortos após desabamento de prédio danificado pela guerra na Cidade de Gaza
- Netanyahu promete revogar cidadania de quem “difamar” soldados israelenses em documentário sobre Gaza, NAZA
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas
- Novo documentário expõe sistema de assassinatos baseado em IA utilizado pelo Exército israelense em Gaza
- 37 jornalistas palestinos estão presos em cadeias israelenses, diz grupo de direitos humanos
- Ataque de drone israelense fere 9 palestinos em nova violação do cessar-fogo
- Ministro da Cultura de Israel busca revogar cidadania dos diretores do filme “NAZA”






