Em 11 de fevereiro de 2011, o presidente Hosni Mubarak, que governou o Egito por 30 anos, deixou o poder. Foi um momento de intensa euforia e agitação na região.Aqui, oito egípcios contam sua história dos 18 dias de protesto e dez anos de tirania que sucederam a queda de Mubarak, por meio de entrevistas exclusivas.
18 dias foi finalista do Prêmio de Mídia da Anistia Internacional de 2022.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Israel mata ao menos 37 em Gaza, em novas violações do cessar-fogo
- Blog A neutralidade põe em risco organizações assistenciais
- Ong egípcia alerta contra controle militar sobre o setor pesqueiro
- Albaneses protestam contra visita de seu primeiro-ministro a Israel
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA







