O Ministério de Relações Exteriores da Autoridade Palestina (AP) reafirmou neste domingo (1º) que a negativa do novo premiê israelense Benjamin Netanyahu de que o regime sionista ocupa a Palestina representa um “golpe” aos países que acreditam na “solução de dois estados” e nos direitos humanos.
A chancelaria expressou repúdio à proteção concedida a Israel nos fóruns internacionais.
Na sexta-feira (30), a Assembleia Geral das Nações Unidas deferiu uma resolução sobre o status legal da ocupação, ao requerer análise do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ).
Em resposta, Netanyahu corroborou seu desdém pela lei internacional e pela Carta das Nações Unidas, que estipula o direito à autodeterminação dos povos, sem ocupação ou colonização. O novo premiê – empossado em 29 de dezembro – negou haver ocupação.
A chancelaria destacou que Netanyahu tem orgulho de seu “negacionismo sobre a ocupação” e que as violações subsequentes equivalem a crimes de guerra e lesa-humanidade.
LEIA: Comunidade internacional guarda silêncio sobre extremismo de Israel
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