Israel prendeu ao menos 5.300 palestinos desde janeiro de 2022, reportou nesta segunda-feira (17) o Clube dos Prisioneiros Palestinos – ong que monitora os direitos humanos de pessoas em custódia da ocupação israelense. Entre os detidos, estão onze mulheres e 620 menores.
Ao menos 1.610 indivíduos capturados neste ano foram postos sob “detenção administrativa” – mecanismo de custódia arbitrária sem julgamento ou sequer acusação.
O mês de abril bateu recorde de prisões, com 1.228 palestinos detidos pelas forças israelenses. Segundo o relatório, as tropas ocupantes prosseguiram então em atacar residências e parentes dos prisioneiros, como parte de sua política ilegal de punição coletiva.
O mês de agosto bateu recorde nos mandados de “detenção administrativa”, com a emissão de 272 ordens judiciais para tanto. “Há atualmente 800 palestinos em detenção administrativa nas cadeias de Israel”, concluiu o documento.
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