O Líbano venceu sua disputa com Israel sobre a disputada fronteira marítima, afirmou ontem o chefe do conselho político do Hezbollah, Ibrahim Amin Al-Sayyed.
“Graças à resistência e à posição nacional unificada”, disse Al-Sayyed ao Russia Today, “o Líbano venceu a disputa sobre a fronteira e seus recursos submarinos sem precisar entrar em guerra”.
Al-Sayyed acrescentou que há uma geração no Líbano que não só é capaz de “esmagar o poder dos países arrogantes, mas também frustrou suas guerras contra o país.”
O presidente libanês Michel Aoun aprovou recentemente um acordo de fronteira marítima mediado pelos EUA com Israel, descrevendo-o como uma “conquista histórica”. A informação divulgada na última quarta-feira é de que o acordo foi aprovado pelo gabinete de segurança israelense por grande maioria, mas está programado para uma revisão em duas semanas pelo Knesset (parlamento) antes de uma votação final do gabinete.
LEIA: Lapid é criticado por não ter levado acordo marítimo de Israel com o Líbano à votação no Knesset
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Israel mata ao menos 37 em Gaza, em novas violações do cessar-fogo
- Albaneses protestam contra visita de seu primeiro-ministro a Israel
- Blog A neutralidade põe em risco organizações assistenciais
- Ong egípcia alerta contra controle militar sobre o setor pesqueiro
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA







