O índice de israelenses com problemas de saúde mental radicados ao redor da Faixa de Gaza aumentou 25% desde a ofensiva da ocupação sionista contra o território sitiado, em maio de 2021, reportou o jornal Al-Resalah, ao corroborar informações do Israel Hayom.
Conforme estimativas do Ministério da Saúde de Israel, ao menos 3.569 pessoas realizaram consultas em clínicas de saúde mental após a ofensiva de 2021, comparados a 2.831 no ano anterior. O número não inclui ainda aqueles que buscaram tratamento durante os ataques.
O aumento equivale a 25% em casos que demandam suporte e aconselhamento psicológico.
O ministério confirmou que é comum um surto de problemas psicológicos entre cidadãos israelenses após cada ofensiva travada contra Gaza.
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