A polícia israelense reprimiu neste domingo (29) uma “Marcha da Bandeira Palestina” na Rua Salah al-Din, no centro da cidade ocupada de Jerusalém Oriental, segundo a agência Anadolu.
Conforme testemunhas, soldados israelenses impediram a passagem de centenas de palestinos que organizavam um protesto civil com bandeiras nacionais palestinas, a caminho do Portão de Damasco, que concede acesso ao complexo de Al-Aqsa.
A polícia disparou balas de borracha, gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral.
Ainda neste domingo, milhares de israelenses de ultradireita invadiram o Bairro Islâmico da Cidade Velha de Jerusalém para comemorar o 55° aniversário da ocupação, entoando gritos racistas e agredindo os residentes árabes.
Em seguida, os colonos prosseguiram à Mesquita de Al-Aqsa, sob escolta militar.
O Departamento de Recursos Islâmicos de Jerusalém reportou que ao menos 1.685 colonos invadiram Al-Aqsa, com intuito de realizar rituais talmúdicos.
LEIA: Centenas de palestinos são feridos por Israel durante atos contra colonização
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Trump sugere “acabar com o que restou” do Irã
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






