Neste domingo (17), autoridades egípcias condenaram Mahmoud Ezzat, diretor-geral adjunto da Irmandade Muçulmana, a prisão perpétua, em um processo conhecido pela imprensa local como “invasão da fronteira leste”.
Desde sua captura em 2020, Ezzat recebeu pena equivalente a 75 anos de cadeia, em diversos casos incitados contra ele.
Em junho de 2015, Ezzat foi sentenciado à pena capital junto de vinte réus. As alegações incluíam “invasão a centros penitenciários, agressão e assassinato de policiais durante a revolução de 2011” — movimento popular que depôs o ditador Hosni Mubarak.
Em abril de 2021, o dirigente político de 77 anos recebeu ainda outra pena perpétua por “homicídio” e “terrorismo”.
Desde o golpe militar de 2013, o presidente Abdel Fattah el-Sisi conduz uma dura campanha de prisão contra líderes da Irmandade Muçulmana, após designá-la como “organização terrorista”.
LEIA: “Eu não respiro ar fresco”, diz Mahmoud Ezzat em revelação a violações de prisão
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