Os Emirados Árabes Unidos (EAU) acolheram o anúncio de uma trégua mediada pelas Nações Unidas no Iêmen, assim como a suspensão de todas as operações militares na fronteira com a Arábia Saudita, reportou neste sábado (2) a imprensa estatal.
O grupo houthi — alinhado a Teerã, que enfrenta a coalizão saudi-emiradense no Iêmen — confirmou a trégua no Twitter e reivindicou compromisso das partes envolvidas.
A trégua nacional é a primeira em anos no país assolado pela guerra há sete anos. Espera-se que possa permitir a importação de combustíveis a áreas controladas pelos houthis, além de alguns voos com origem e destino do aeroporto de Sanaa.
O acordo mediado pela ONU representa expectativas de solucionar o conflito, que matou dezenas de milhares de pessoas e levou milhões à margem da fome. A última interrupção coordenada das hostilidades foi durante conversas de paz, em 2016.
A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita interveio no Iêmen em março de 2015, após rebeldes houthis destituírem o governo reconhecido internacionalmente e capturarem boa parte do território nacional, incluindo a capital Sanaa.
LEIA: Delegação de segurança de Israel visita secretamente o Sudão
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Irã diz que mais de 200 menores foram mortos e 1.401 ficaram feridos em ataques EUA-Israel desde 28 de fevereiro.
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






