A Irmandade Muçulmana do Egito anunciou no domingo que seus membros que estão trabalhando para dividir o movimento serão “renegados”. A Irmandade usou seu site para acusar “alguns membros” de “violar seus regulamentos e rejeitar todas as tentativas de unir as fileiras”.
Também declarou que o comitê encarregado de fazer o trabalho do guia supremo é “inválido”. Todos que participaram da criação do comitê “optaram por sair do grupo” por causa dessa divisão.
A fim de preservar sua unidade, pediu aos membros que respeitem o compromisso de fidelidade ao movimento.
Nos últimos meses, houve disputas administrativas entre o guia geral interino, Ibrahim Mounir, e Mahmoud Hussein, o ex-secretário-geral da Irmandade. Mounir decidiu encaminhar Hussein e outros para uma investigação e formou um comitê para administrar os assuntos do grupo e realizar eleições internas para acabar com a divisão.
As medidas vieram depois que Hussein demitiu Mounir e anunciou a formação de um comitê para desempenhar as funções do guia supremo.
LEIA: Oficial do Egito tenta desacreditar ativista libertado Rami Shaath
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