O movimento de resistência palestina Hamas tem entre 70% a 80% de apoio na Cisjordânia ocupada, afirmou o general reformado Gadi Eisenkot, ex-chefe do Estado-Maior do Exército de Israel, quando questionado sobre a possibilidade de novos confrontos entre as partes.
“A questão não é se haverá outra deflagração, mas sim quando e quão intensa”, destacou Eisenkot. “É bastante evidente que isso vai acontecer. Não tem a menor chance de não acontecer … E vai acontecer no lugar e no momento menos conveniente para nós”.
Com tamanho apoio ao Hamas na Cisjordânia, acrescentou, “é apenas questão de tempo até que ocorra outra onda de violência junto aos palestinos”.
Segundo o site de notícias Akka, Eisenkot afirmou ao jornal israelense Maariv que o governo da ocupação deveria moderar sua postura em relação à Faixa de Gaza sitiada.
No entanto, para o general, é “ilógico” vincular o abrandamento do cerco imposto contra o território litorâneo e a liberação de “corpos de soldados israelenses e dois outros cidadãos”.
LEIA: Divisões internas são ‘maior ameaça’ que forças externas, afirma ex-comandante israelense
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