O partido tunisiano Ennahda reivindicou a libertação imediata de seu vice-presidente Noureddine Bhiri, ao alertar para “risco de morte” do parlamentar em greve de fome.
“Considerando a intransigência da autoridade existente e sua recusa em cumprir os requisitos da lei para libertar o prisioneiro Noureddine Bhiri, sua saúde chegou a uma situação de perigo extremo, à margem da morte”, declarou o movimento político em comunicado.
“O Ennahda responsabiliza plenamente a autoridade existente pela vida de Noureddine Bhiri”, acrescentou o partido, ao demandar do governo que revogue sua prisão e conceda ao parlamentar o devido tratamento médico, após duas semanas de greve de fome.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos exortou o governo, instaurado por decreto pelo presidente Kais Saied, a libertar seus prisioneiros políticos, ao advertir para a “deterioração das condições de direitos humanos” no país norte-africano.
Entre os presos, está também Fathi al-Balady, ex-funcionário do Ministério do Interior.
LEIA: ONU manifesta preocupação sobre direitos humanos na Tunísia
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