Nesta terça-feira (11), o Presidente do Egito Abdel Fattah el-Sisi rotulou de “mentiras” as denúncias nacionais e internacionais de que seu governo perpetua violações de direitos humanos, apesar de evidências contundentes, segundo informações da agência Anadolu.
Sisi negou as violações durante discurso proferido no 4° Fórum da Juventude Mundial, realizado no balneário de Sharm el-Sheikh, na região do Mar Vermelho.
Sobre relatos de detenção arbitrária, desaparecimento forçado e tortura de prisioneiros, insistiu o presidente e general: “Rejeitamos absolutamente todas essas alegações … Trata-se de método deliberado ou não para atacar o estado egípcio”.
O Egito, alegou o comandante militar, preserva os direitos humanos à luz de suas crenças e ideologias nacionais, sem qualquer pressão de forças externas.
Sisi chegou ao poder via golpe de estado em meados de 2013.
Há atualmente cerca de 60 mil prisioneiros políticos no Egito, sob tortura, negligência médica e outras violações. Nos últimos anos, a pena capital tornou-se cotidiana no país.
LEIA: HRW condena julgamento de ativistas do Egito em tribunais de emergência
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