Na noite desta segunda-feira (23), aviões de guerra israelenses executaram ataques aéreos contra diversas localidades na Faixa de Gaza, informaram fontes de segurança.
O Ministério da Saúde de Gaza não reportou baixas, mas fazendeiros palestinos confirmaram vasto dano em suas terras agrárias, sobretudo na região leste do território sitiado.
Segundo a imprensa israelense, o exército da ocupação alegou atacar em retaliação a balões incendiários lançados de Gaza.
O exército israelense também afirmou que os ataques aéreos atingiram um túnel e uma fábrica de armas na faixa costeira, que permanece sob rigoroso cerco militar há 14 anos.
A escalada sucede um ataque de Israel contra uma manifestação pacífica convocada na última sexta-feira (20), a leste da Cidade de Gaza, para reivindicar o fim do bloqueio.
Durante o protesto, forças israelenses abriram fogo e feriram 41 palestinos. Um agente de segurança palestino então abriu fogo contra as forças da ocupação e feriu um soldado.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Trump sugere “acabar com o que restou” do Irã
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Irã diz que mais de 200 menores foram mortos e 1.401 ficaram feridos em ataques EUA-Israel desde 28 de fevereiro.
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






