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Premiê palestino condena projeto colonial israelense no Túmulo dos Patriarcas

Forças israelenses obstruem protesto palestino em memória do massacre de 1994 na Mesquita Abraâmica (Túmulo dos Patriarcas), em Hebron, Cisjordânia ocupada, 26 de fevereiro de 2021 [Hazem Bader/AFP via Getty Images]
Forças israelenses obstruem protesto palestino em memória do massacre de 1994 na Mesquita Abraâmica (Túmulo dos Patriarcas), em Hebron, Cisjordânia ocupada, 26 de fevereiro de 2021 [Hazem Bader/AFP via Getty Images]

O Primeiro-Ministro da Autoridade Palestina Muhammad Shtayyeh condenou ontem (11) os planos israelenses para expropriar terras e expandir assentamentos exclusivamente judaicos em torno da Mesquita Abraâmica (Túmulo dos Patriarcas), em Hebron, Cisjordânia ocupada.

As informações são da agência Wafa.

Shtayyeh exortou a “comunidade internacional a assumir ações urgentes para interromper tais violações e as obras subsequentes na Mesquita Abraâmica”.

O premiê palestino também convocou entidades de direitos humanos e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) a rechaçar as violações de Israel, dado que a mesquita é patrimônio mundial reconhecido pela agência da ONU.

Em maio de 2020, o então Ministro da Defesa e atual Primeiro-Ministro de Israel, Naftali Bennett, emitiu uma ordem de expropriação em Hebron para permitir que a ocupação construísse um corredor e um elevador exclusivos a colonos ilegais nas instalações religiosas.

As obras do projeto começaram no domingo (9).

LEIA: Mufti de Jerusalém conclama repúdio à tomada israelense do Túmulo dos Patriarcas

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