Um tribunal militar jordaniano rejeitou ontem um pedido de defesa para que o príncipe Hamzah testemunhe em um caso contra um ex-confidente real que é acusado de desestabilizar a monarquia, disse um advogado de defesa.
Hamzah, o meio-irmão do rei Abdullah II, está no centro das acusações, mas evitou a punição em abril depois de prometer lealdade ao rei.
Em 4 de abril, as autoridades na Jordânia anunciaram que as investigações iniciais concluíram que o príncipe Hamzah, 41, havia se coordenado com entidades estrangeiras para “desestabilizar a segurança no país e incitar os cidadãos contra o Estado”.
O príncipe Hamzah negou as acusações em um vídeo no qual também afirmou que estava em prisão domiciliar.
Vinte pessoas foram presas como parte da repressão, incluindo Bassem Awadallah, ex-diretor da corte real da Jordânia.
LEIA: Na Jordânia, a renúncia do parlamentar al-Ajarmah evidencia os problemas do governo
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