O Iraque rejeita veementemente a “exploração dos pobres e seus salários” durante as eleições, marcadas para 10 de outubro, afirmou ontem (15) o premiê iraquiano Mustafa al-Kadhimi.
“Isto aqui é um governo profissional”, declarou al-Kadhimi a seu gabinete, ao advertir os ministros contra o “uso de sua autoridade para propósitos eleitorais”.
Ao prometer investigações rigorosas, o chefe de governo destacou que há diversas queixas sobre “procedimentos eleitorais escusos no Ministério de Assuntos Sociais, às custas da subsistência da população mais pobre”.
“Não aceitamos que os pobres, sua força e seus salários se transformem em um material profícuo a ser explorado nas eleições”, insistiu al-Kadhimi.
Recentemente, relatos surgiram de que alguns ministérios utilizaram recursos previdenciários para cobrir custos de campanha de seus incumbentes.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Monte Hermon: Por que controlar o pico mais alto da Síria importa a Israel?
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Venezuela, Groenlândia e Irã: Principais conclusões
- Trump lança oficialmente seu ‘Conselho da Paz’, ao prometer ir além de Gaza
- Blog Décadas de esquecimento e o Conselho de Paz de Trump
- Forças de Suporte Rápido cometeram crimes no Sudão, reporta Haia
- Restrições israelenses fecham dezenas de escolas na Cisjordânia ocupada






