A decisão da polícia israelense de cancelar a Marcha das Bandeiras, que será realizada na quinta-feira em Jerusalém, por questões de segurança, é uma “rendição vergonhosa ao terror e às ameaças do Hamas”, disse ontem um membro de direita do Knesset.
O chefe do partido do Sionismo Religioso, Bezalel Smotrich, criticou o comissário de polícia por “expressar incapacidade de proteger os manifestantes israelenses nas ruas de Jerusalém”
“Ele agora está permitindo que Yahya Sinwar comande Jerusalém”, acrescentou, referindo-se ao chefe do Hamas em Gaza.
“O povo de Israel está vivo e merece uma liderança diferente, mais forte e mais determinada”, enfatizou Smotrich.
Conhecida como a Marcha da Bandeira, a manifestação vê ultranacionalistas israelenses de extrema direita inundando áreas muçulmanas celebrando a captura de Jerusalém Oriental pelas forças de ocupação sionistas após uma segunda onda de limpeza étnica em 1967. Cantando “morte aos árabes” e racismo com canções altamente ofensivas, milhares são vistos desfilando por áreas muçulmanas com a bandeira israelense.
LEIA: Suíça rejeita apelos sionistas para designar o Hamas como grupo ‘terrorista’
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Cisjordânia presencia “guerra silenciosa” em meio a níveis recordes de violência israelense, diz chefe da UNRWA
- Ordens de expulsão do enviado sionista da África do Sul representam um golpe para a direita
- Presidência do Irã divulga nomes de mortos em protestos antigovernamentais
- Irã afirma que existe caminho para acordo nuclear se a confiança com os EUA for reconstruída
- Índia e nações árabes pedem um Estado palestino independente e “paz duradoura” no Oriente Médio
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso






