Ontem, terça-feira (25), o Hamas anunciou que uma delegação chefiada pelo chefe de seu gabinete político, Ismail Haniyeh, “visitará o Cairo nos próximos dias”, após receber um convite do Egito, segundo a Agência Anadolu.
O porta-voz do “Hamas”, Hazem Qassem, disse não especificou uma data.
“A visita ao Cairo será para completar os esforços do Egito para conter a agressão sionista contra nosso povo”, disse ele, apontando que a visita também será “para acompanhar o papel do Egito nos esforços para reconstruir Gaza”.
Por sua vez, o líder do Hamas, Mosa Abu Marzooq, esclareceu que o Hamas não tem objeções à entrada de ajuda de agências internacionais ou diretamente de países doadores sem a interferência de seu movimento. Ele disse também que o acordo político não foi uma prioridade para a América, e o que motivou a ida do ministro das Relações Exteriores estadunidense para a área foram os foguetes de resistência.
Já o Egito enviou duas delegações de segurança a Gaza e Tel Aviv a fim de instaurar um cessar-fogo entre a resistência palestina e o exército de ocupação.
LEIA: ‘Hamas obteve maiores ganhos do que imaginamos’, afirma ex-general de Israel
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