Oito pacientes morreram hoje na capital jordaniana, Amã, devido à falta de suprimentos de oxigênio, de acordo com a televisão estatal, relatou a Anadolu Agency.
As mortes causaram pânico no Hospital Al-Salt New, na província central de Balqa, onde ocorreu o incidente, informou a TV Al-Mamlaka.
Segundo a emissora, vários pacientes estão em estado crítico.
Em um comunicado, o primeiro-ministro jordaniano, Bisher al-Khasawneh, disse que ordenou uma investigação imediata sobre o incidente. Ele disse que os envolvidos serão responsabilizados.
O ministro da Saúde, Nathir Obeidat, apresentou sua renúncia após as mortes no hospital.
Falando em uma entrevista coletiva em Amã, Obeidat disse que tem a responsabilidade ética pelo incidente.
Ainda não está claro se os pacientes mortos estavam recebendo tratamento para a pandemia de coronavírus.
Jordan confirmou até agora 464.856 casos de vírus, incluindo 5.244 mortes.
LEIA: No Amazonas, armas israelenses acima do oxigênio
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Blog A neutralidade põe em risco organizações assistenciais
- Israel mata ao menos 37 em Gaza, em novas violações do cessar-fogo
- Ong egípcia alerta contra controle militar sobre o setor pesqueiro
- Al Jazeera acusa YouTube de violar liberdade de imprensa, ao capitular a Israel
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA






