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Egito executa 16 pessoas condenadas à morte em uma semana

Uma foto tirada durante uma visita guiada organizada pelo Serviço de Informação do Estado do Egito, em 11 de fevereiro de 2020. [Khaled Desouki/AFP via Getty Images]
Uma foto tirada durante uma visita guiada organizada pelo Serviço de Informação do Estado do Egito, em 11 de fevereiro de 2020. [Khaled Desouki/AFP via Getty Images]

As autoridades egípcias executaram 16 pessoas condenadas à morte em processos criminais esta semana, um aumento significativo no número de execuções no país.

Somente ontem, as autoridades executaram 11 pessoas na prisão Borg Al-Arab, na cidade costeira de Alexandria, no norte do país.

No sábado, eles executaram cinco pessoas, incluindo três mulheres.

Normalmente, o Ministério do Interior não anuncia com antecedência que está realizando execuções e notifica as famílias dos presos executados somente após a morte, para que possam receber os corpos para sepultamento.

As autoridades não identificaram as 16 pessoas que foram executadas ou a natureza dos processos criminais em que foram condenadas.

Em dezembro passado, a Anistia Internacional, órgão internacional de direitos humanos, criticou o que descreveu como uma “terrível onda de execuções” no Egito.

A organização de direitos humanos Community for Justice documentou 87 execuções realizadas por autoridades egípcias nos dois meses de outubro e dezembro de 2020, que descreve como um número recorde.

LEIA: Sisi fez coisa pior do que o assassinato de Khashoggi, denunciam egípcios aos EUA

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