O Dar Al-Ifta do Egito, órgão nacional responsável pela emissão de éditos religiosos, disse ontem que não há objeções ao Estado de tomar quaisquer meios e medidas que considere necessários para regular a taxa de natalidade do país.
“O Islã diferencia entre prevenir a gravidez e o aborto e permite a primeira se houver medo de que um grande número de crianças não possa ser cuidado”, explicou Dar Al-Ifta. “O controle da natalidade por medo das adversidades não é proibido pelo Islã porque é uma questão de considerar as consequências de se ter muitos filhos.”
O presidente egípcio, Abdel Fattah Al-Sisi, advertiu repetidamente os cidadãos sobre o perigo do crescimento populacional, enfatizando que o assunto é muito importante para “um país melhor e mais próspero”. “Acredite em mim, ter mais de dois filhos é um grande problema”, disse ele em um evento recente.
O Egito é um dos países mais populosos do mundo árabe, com um total de 101,5 milhões de habitantes, segundo dados oficiais. Prevê-se que a população do país do Norte da África alcance 153,7 milhões em 2050.
LEIA: Sisi propõe limite de dois filhos por família para poupar US$1 trilhão dos cofres públicos
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