A Corte Administrativa da Tunísia começou a analisar uma disputa legal entre a presidência e parlamentares para reorganizar o gabinete de governo.
“O governo solicitou a opinião da corte sobre os aspectos legais relacionados à remodelação do gabinete, dado que temos jurisdição para fornecer uma opinião consultiva”, declarou hoje (9) Imad al-Gabri, porta-voz da corte, à agência Anadolu.
O pedido relaciona-se à disputa em curso com a presidência sobre a condução do “juramento constitucional” dos novos ministros, aprovados pelo parlamento em 26 de janeiro.
O porta-voz, porém, reiterou que a opinião da corte não é vinculativa.
Na sexta-feira (5), o Primeiro-Ministro da Tunísia Hisham El-Mechichi exortou publicamente o Presidente Kais Saied a estabelecer um prazo para que os novos ministros façam o juramento e assumam os cargos no governo.
Saied, porém, opôs-se às medidas impostas pelo novo pacto de governo, ao argumentar que carecem de fundamento constitucional, e expressou reservas em relação a alguns ministros.
LEIA: Central sindical da Tunísia pede que novos ministros renunciem para acabar com a crise
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Quando a diplomacia se aproxima do limiar: O que duas guerras em nove meses revelam sobre como a guerra com o Irã terminará
- Macron rejeita envio de marinha para Hormuz enquanto a Europa pressiona Trump para interromper a guerra
- Irã nega relatos de que Mojtaba Khamenei foi transferido para a Rússia para tratamento
- Aliança Together une comunidades contra a extrema-direita e a islamofobia
- Israel planeja ocupar a primeira linha de aldeias no sul do Líbano, diz mídia
- Em humilhação para os EUA, Irã envia petróleo para a China pelo Estreito de Ormuz
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump diz que o Irã é “bem-vindo” à Copa do Mundo, mas alerta contra a participação por “sua vida e segurança”
- Amigos de Al-Aqsa instam líderes de países de maioria muçulmana a impor sanções diplomáticas e econômicas a Israel
- Israel considera lançar operação terrestre em larga escala no Líbano em uma semana, diz rádio sionista






