As autoridades sauditas libertaram o ativista de direitos humanos Essam Koshak, após quatro anos de detenção, de acordo com relatos da rede social dos ativistas sauditas.
Koshak foi preso em janeiro de 2017 e foi libertado após cumprir integralmente sua pena.
Como relatado pela Organização ALQST de apoio aos direitos humanos, a decisão contra Koshak inclui uma proibição de viagem de quatro anos, a partir do dia de sua soltura.
Koshak foi acusado de “incitar a opinião pública” por participar de campanhas que exigiam o respeito aos direitos humanos no país.
O ativista, engenheiro de computação e supervisor de aprendizagem eletrônica do Colégio Técnico Internacional de Makkah, foi considerado um dos mais proeminentes defensores dos direitos humanos na Arábia Saudita, o que motivou as autoridades a prendê-lo.
O pai de Koshak, Abdulqader Koshak, foi um antigo membro do Conselho Saudita de Shura.
LEIA: HRW pede que Biden encerre a venda de armas à Arábia Saudita e EAU
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Forças israelenses usam munições de fósforo em ataques no sul do Líbano
- Netanyahu leva imagem de Israel nos EUA a “nível sem precedentes de baixa”, diz Haaretz
- Exército suspende prisões de judeus ultraortodoxos haredim que se recusam a cumprir o serviço militar, diz jornal israelense
- Universidade dos EUA encerra contrato para envio de cadáveres humanos usados no treinamento de militares israelenses
- Todas as companhias aéreas iranianas serão fechadas em todo o mundo até 23 de setembro, afirma secretário do Tesouro dos EUA
- Irã pede que os EUA cumpram acordo-quadro firmado em junho
- Cerca de 100 colonos israelenses invadem complexo da Mesquita de Al-Aqsa e realizam rituais talmúdicos
- Em Gaza, 500 mil estudantes retomam as aulas em salas de aula improvisadas em tendas
- Legisladora dos EUA bloqueia venda de armas de US$ 2,8 bilhões a Israel, diz reportagem






