A Assembleia Nacional do Kuwait elegeu Marzouq Al-Ghanim como seu porta-voz pela terceira vez, informou a Kuwait News Agency (KUNA) ontem.
Al-Ghanim, que recebeu 33 votos em comparação com os 28 votos do rival Badr Al-Humaidi, foi eleito presidente do parlamento para o período entre 2020 e 2024.
Depois de votar na primeira sessão regular do parlamento, Al-Ghanim afirmou seu desejo de cooperar com todos para alcançar as aspirações do povo do Kuwait.
O emir do Kuwait Sheikh Nawaf Al Ahmad Al Jaber Al Sabah parabenizou Al-Ghanim após o anúncio dos resultados, desejando-lhe sucesso.
Marzouq Al-Ghanim ocupa o cargo desde 2013, disse a KUNA.
Em 5 de dezembro, o Kuwait realizou eleições parlamentares com 326 candidatos concorrendo aos 50 assentos eleitos. Até 16 assentos são nomeados pelos ministros.
O novo parlamento tem 31 novos deputados. Todos homens.
LEIA: Novo emir do Kuwait reitera o apoio de seu país à Palestina
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Israel mata ao menos 37 em Gaza, em novas violações do cessar-fogo
- Blog A neutralidade põe em risco organizações assistenciais
- Albaneses protestam contra visita de seu primeiro-ministro a Israel
- Ong egípcia alerta contra controle militar sobre o setor pesqueiro
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA






