A polícia da ocupação israelense impediu mais de 2.000 palestinos de entrar na Mesquita Abraâmica (Túmulo dos Patriarcas), na cidade de Hebron (Al-Khalil), nesta quinta-feira (29), onde esperavam participar das celebrações do aniversário do Profeta Mohammad.
As informações são da agência Anadolu.
O diretor da Mesquita Abraâmica, Hefzi Abu Sneina, relatou que autoridades israelenses permitiram o acesso a apenas 500 palestinos, ao impedir o restante. Sneina descreveu o ato como “violação grave” do direito à liberdade de culto.
“Hoje, a mesquita está plenamente aberta aos muçulmanos, mas a ocupação [israelense], como de costume, despreza e desrespeita os direitos palestinos”, reiterou Sneina.
Em 1994, Israel dividiu a mesquita entre muçulmanos e judeus, após o colono fundamentalista israelense Baruch Goldstein conduzir uma chacina na mesquita, que resultou em 29 palestinos mortos e muitos feridos.
A mesquita recebe o nome do Profeta Ibrahim (Abraão), enterrado no local.
LEIA: Polícia israelense restringe o acesso de palestinos a Al-Aqsa
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