O Sindicato de Médicos e Farmacêuticos do Iêmen anunciou na sexta-feira que 63 médicos morreram de covid-19 no país, informou o Yemen Shabab.
Isso veio em uma declaração sobre o Dr. Ali Abu-Zalat, de origem egípcia, que morreu na quarta-feira após contrair COVID-19 em Hadramaute.
“A morte do Dr. Abu-Zalat é uma grande perda para o Sindicato de Médicos e Farmacêuticos do Iêmen e para os médicos egípcios”, dizia a declaração, observando que o Dr. Abu-Zalat passou sua vida servindo pessoas e pacientes.
De acordo com o Yemen Shabab, mais de 100 profissionais de saúde no Iêmen morreram desde o surto de covid-19 no país devastado pela guerra.
Até a noite de quinta-feira, 2.039 iemenitas contraíram covid-19 e 587 morreram, enquanto 1.297 se recuperaram.
LEIA: ONU fecha 70% dos serviços de saúde que salvam vidas devido à falta de fundos
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






