O empresário sírio Rami Makhlouf disse na segunda-feira que o regime sírio cometeu a maior operação fraudulenta no Oriente Médio ao assumir suas empresas sob a capa de segurança para o benefício dos ricos.
“Essas pessoas ricas não estavam satisfeitas em empobrecer o país, mas sim saquearam instituições humanitárias e seus projetos, vendendo seus ativos e deixando-os sem projetos ou renda para espoliar os pobres e impedi-los de encontrar uma saída para sobreviver”, ele disse no Facebook.
Makhlouf, que também é primo do presidente, explicou que enviou várias cartas ao governo sírio “sem resposta”, acrescentando que escreveu na segunda-feira ao presidente do Conselho Superior da Magistratura para informar sobre aqueles que comandaram suas empresas.
Há alguns meses, o regime sírio apreendeu a Associação Al-Bustan dirigida por Makhlouf e prendeu seu diretor, Samer Darwish.
LEIA: Rami Makhlouf admite usar empresas de fachada para evitar sanções contra Assad
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