A ministra palestina da Saúde, Mai al-Kailah, acusou na terça-feira Israel de danificar 100.000 amostras de coronavírus ao impedir a passagem de materiais clínicos da Jordânia para a Cisjordânia.
Em declarações à Rádio Voz da Palestina oficial, al-Kailah disse que as medidas israelenses causaram uma escassez de material necessário para testar o vírus.
“O que está disponível no ministério é suficiente para realizar exames por apenas três dias”, disse ela, acrescentando que havia “promessas” de que o próximo lote de cotonetes chegará até quarta-feira.
Não houve comentários das autoridades israelenses sobre a acusação.
Israel controla a passagem na fronteira de Al-Karama, o único ponto de travessia entre a Cisjordânia e a Jordânia.
Na terça-feira, as autoridades de saúde palestinas registraram cinco mortes e 557 novas infecções por vírus, elevando a contagem para 46.634, incluindo 314 mortes e 33.602 recuperações.
LEIA: Coronavírus continua se espalhando pelos países árabes
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Israel mata ao menos 37 em Gaza, em novas violações do cessar-fogo
- Blog A neutralidade põe em risco organizações assistenciais
- Ong egípcia alerta contra controle militar sobre o setor pesqueiro
- Al Jazeera acusa YouTube de violar liberdade de imprensa, ao capitular a Israel
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA






