A ministra palestina da Saúde, Mai al-Kailah, acusou na terça-feira Israel de danificar 100.000 amostras de coronavírus ao impedir a passagem de materiais clínicos da Jordânia para a Cisjordânia.
Em declarações à Rádio Voz da Palestina oficial, al-Kailah disse que as medidas israelenses causaram uma escassez de material necessário para testar o vírus.
“O que está disponível no ministério é suficiente para realizar exames por apenas três dias”, disse ela, acrescentando que havia “promessas” de que o próximo lote de cotonetes chegará até quarta-feira.
Não houve comentários das autoridades israelenses sobre a acusação.
Israel controla a passagem na fronteira de Al-Karama, o único ponto de travessia entre a Cisjordânia e a Jordânia.
Na terça-feira, as autoridades de saúde palestinas registraram cinco mortes e 557 novas infecções por vírus, elevando a contagem para 46.634, incluindo 314 mortes e 33.602 recuperações.
LEIA: Coronavírus continua se espalhando pelos países árabes
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