O Conselho Judicial Supremo do Iraque ordenou ontem a libertação de 2.700 manifestantes detidos pelas agências de segurança do país por participarem de protestos anti-establishment em todo o país.
O conselho disse em um breve comunicado que até 107 manifestantes ainda estão detidos, aguardando investigação.
O governo iraquiano prometeu repetidamente libertar manifestantes detidos por seus serviços de segurança se eles não estivessem envolvidos em cometer “crimes”.
Desde outubro, o Iraque testemunhou protestos em todo o país contra a deterioração das condições de vida, o desemprego e a corrupção desenfreada.
Centenas de pessoas foram mortas pelas forças de segurança e muitas outras ficaram feridas.
Em uma tentativa de acalmar os manifestantes, o primeiro-ministro iraquiano Adil Abdul Mahdi renunciou no final do mês passado, mas os manifestantes insistiram que sua renúncia não é o objetivo final.
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