Somente na última semana, segundo estimativas da imprensa de Israel, 448 colonos israelenses invadiram os pátios da Mesquita de Al-Aqsa, escoltados pelas forças da ocupação.
As agências de notícias israelenses relataram que centenas de colonos, acompanhados por missões de rabinos, invadiram o complexo da Mesquita de Al-Aqsa e realizaram rituais talmúdicos, sob proteção das forças de segurança de Israel.
As invasões em Al-Aqsa ocorrem todas as manhãs, de domingo a quinta-feira, por meio do Portão Mughrabi, sob controle israelense desde a ocupação militar de Jerusalém, em 1967. Os colonos então deixam o local através do Portão Al-Silsila, no flanco ocidental. As invasões são executadas duas vezes por dia; de manhã e à noite.
O acesso a fiéis palestino costuma ser limitado durante o período das incursões de colonos judeus, a fim de reduzir os protestos durante as visitas.
A Jordânia, cujo corpo de Waqf (recursos islâmicos) resguarda a custódia do local sagrado, reiteradamente denuncia as incursões israelenses contra o complexo islâmico.
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