Neste domingo (4), a organização não-governamental Clube de Prisioneiros Palestinos anunciou que 40 prisioneiros palestinos nas cadeias israelenses começaram uma greve de fome em apoio a oito detentos que já estão em greve de fome, em protesto contra suas detenções administrativas – dispositivo que permite a Israel deter palestinos sem acusação ou julgamento. As informações são da Agência Anadolu.
Os 40 prisioneiros da Frente Popular pela Libertação da Palestina anunciaram seu plano após o fim da greve de fome realizada por outros 20 prisioneiros também em apoio aos oito detentos, em greve por mais de um mês.
Segundo a entidade de direitos humanos para os prisioneiros palestinos, o serviço penitenciário israelense repreende severamente as greves de fome desde o início dos protestos.
A entidade relatou que os prisioneiros em greve de fome foram mandados à solitária e são mantidos em celas “impróprias para seres humanos”. Também reiterou que não há negociações em andamento com as autoridades penitenciárias para dar fim às detenções administrativas.
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