Autoridades da ocupação israelense realizaram ontem uma operação de demolição em larga escala contra instalações palestinas no campo de refugiados de Qalandia, ao norte de Jerusalém, conforme informou a Quds Press.
De acordo com o site de notícias, a ocupação demoliu as instalações palestinas, sendo que a maioria eram lojas comerciais que ficavam mais próximas do posto de controle israelense ilegal na entrada do campo.
As edificações foram demolidas, segundo a Quds Press, sob o pretexto de que teriam sido construídas a obtenção de licenças devidas.
O Ministério das Relações Exteriores da Autoridade Palestina condenou as demolições e acusou a ocupação israelense de atacar os meios de subsistência dos palestinos, conclamando a comunidade internacional a parar com “esses crimes israelenses”.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- A miragem da mediação do Paquistão
- Guarda Revolucionária do Irã reivindica ataque a instalações de nuvem da Amazon no Bahrein
- Quem define o que é antissemitismo no Brasil?
- OLP pede à UNRWA que reverta a demissão de profissionais de saúde em Gaza
- Países árabes alertam que plano israelense de pena de morte para palestinos pode aumentar as tensões
- Estreito de Bab al-Mandeb, onde um conflito incomum virou um fardo comum
- Presidente do Irã diz que decisão para acabar com a guerra ‘deve garantir a segurança e os interesses do povo’
- França, Alemanha, Itália e Reino Unido condenam a proposta de lei de pena de morte de Israel contra palestinos
- Deputada americana diz que projeto de lei de pena de morte de Israel é o “próximo passo do genocídio”
- EUA dizem querer acordo — suas ações apontam para uma invasão por terra






